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Posts Tagged ‘Marcio Morais’

Facilidade ou dificuldade sobre Interfaces de usuários

April 2nd, 2008

Diariamente fazemos uso de equipamentos eletrônicos, websites, programas de computador entre outros, ficando exposto ao que chamamos de interface de usuário. A facilidade ou dificuldade que temos para usar e comandar essas diferentes interfaces é o que define sua usabilidade.

Quanto mais simples e intuitivo for o uso de uma interface, maior a usabilidade, tome como exemplo o seu aparelho de celular, ele é fácil de utilizar? É prático?.

Como oferecer vários e sofisticados recursos sem dificultar o uso de um produto e sem obrigar seus usuários a ter o manual de operação sempre à mão? Como oferecer uma experiência de uso agradável e diferenciada? Resumindo, como esconder a complexidade em uma interface de usuário agradável, ágil e de simples assimilação?

Deixamos esse desafio para os projetistas e designers de softwares.

No caso particular para projetos de Web sites , ao longo de duas décadas, consolidou-se uma área de conhecimento própria com base em teorias e métodos da Psicologia Cognitiva e da Engenharia de Software denominada User Interface Design, ou Projeto de Interface de Usuário (IU).

Paralelamente, alguns fatores como a grande povoação de usuários do Microsoft Windows influenciaram a adoção de padrões e fixação de uma cultura de uso de aplicações baseadas em recursos gráficos (janelas, botões, ícones, etc.). Hoje em dia não há dúvidas sobre a importância de empregar conceitos e técnicas de IU para desenvolver sistemas.

Em se tratando de website, o que deve ser considerado para se ter uma boa interface de usuário?

Na maioria das vezes aprovar uma interface em tempo de desenho não significa que na prática tudo será como você espera. Experimente você mesmo utilizar na prática a sua própria interface, certamente você fara diversos ajustes. Ao implementar tecnicamente , ou melhor, na hora de utilizar na prática, no dia-dia real do seu negócio, uma interface, percebe-se pontos de lentidão, redundâncias indesejáveis, falta de informação que podem tornar incompreensível alguma tela, etc. Para minimizar tais problemas, o melhor é conduzir uma avaliação completa e minuciosa da interface sob a forma de grupos de usuários reais que testam o produto final antes de seu lançamento oficial. Naturalmente quanto mais cuidadosa for a fase de desenho para o projeto, menos problemas serão detectados nesta última etapa.

Vale lembrar:

Uma interface de usuário não é uma peça de autor. Não assuma que todos pensam do mesmo modo que você . Sendo realista, não tem como agradar a todos!

Instituições de ensino insistem em decretar regras sobre o estudo da interface homem x máquina mas a verdade é que não existe certo e errado! E sim utilizar um trinômio de bom senso + bom gosto + praticidade.

Redundâncias nem sempre são indesejáveis. Por vezes ajudam o usuário final a se localizar.

O mais simples é sempre melhor. Não complique o fácil

Não reme contra a maré. Se o mercado consolidou um layout padrão ou estilo de navegação, será que é você que vai mudá-lo?

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Vou acabar fechando a minha loja física e abrindo um lojinha virtual…

January 25th, 2008

Conheço empresários que vivem reclamando do movimento das vendas em suas lojas, reclamam também da falta de clientes, roubo de mercadorias, desordem nas prateleiras – clientes que tiram o produto do lugar, joga no chão, pisa e não tá nem ai pra nada… Seus funcionários que vivem de mal humor e acabam transmitindo isso para o cliente, enfim um monte de coisas ruins que você possa imaginar.

Será que um empresário que possui um empreendimento físico que vai de mal a pior, vai conseguir encontrar a solução dos problemas dele, na Internet?

É, aqui na Kobi System - Kobi.com.br isso vem aumentando cada vez mais. Tivemos clientes que desistiram antes mesmo de iniciar o projeto e temos também casos de sucesso em sua maioria. Quem quiser conferir é só fazer uma visita! Se não gostar da apresentação pelo menos ganha refrigerante e bombons!

Continuando…

Sendo bem sincero e realista: aviso que existem empresários reclamando de suas lojas virtuais, principalmente em relação ao seu desempenho, rentabilidade etc. Pode acreditar! A atuação eletrônica exige, por exemplo, uma estrutura e cultura organizacional diferente e um foco no desenvolvimento de sistemas de suporte e de redes virtuais de trabalho. É fundamental que o modelo de negócios de Internet da companhia seja coerente com o modelo de negócio global da empresa. A logística, o conhecimento dos clientes e a rapidez de resposta passam a ser fatores competitivos ainda mais decisivos.

O seu website, e você empreendedor, devem estar preparados para fornecer o mais alto nível de satisfação dos visitantes da loja virtual. Por não estar acostumado com um atendimento satisfatório, tanto na loja real como na virtual é possível superar as expectativas e mesmo surpreender o visitante, o que acaba sendo um facilitador importante para a concretização da venda.

Outros fatores que diferem estes tipos de varejo são o nível de exigência dos clientes . É imprescindível criar motivos para que o visitante retorne sempre, seja com informações atualizadas e relevantes, seja com ações de entretenimento no site. Mas o principal é muito simples: resposta aos e-mails ou consultas o mais breve possível.

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COMÉRCIO-ELETRÔNICO A TODO VAPOR!

January 18th, 2008

É pessoal, todos já estão carecas de saber que o comércio-eletrônico esta aumentando a cada ano, isso se deve muito ao fato que as pessoas estão acreditando cada vez mais nesse negócio de compras pela internet. Na verdade elas perderam o medo! Apesar da imprensa ser do contra e aterrorizar os usuários em relação a falta de segurança!

De acordo com as pesquisas, o crescimento de internautas residenciais ativos no Brasil chegou 21,4 milhões em dezembro de 2007, um aumento de 48,4% comparando os anos entre 2007 e 2006, quando o país registrava cerca de 14,4 milhões de usuários.

O Brasil se manteve, em dezembro, como o país com maior tempo médio de navegação residencial - 22 horas e 59 minutos por usuário.

Outro dado muito curioso de acordo com as pesquisas do Ibope, é que o comércio eletrônico está crescendo mais que a própria internet! FANTÁSTICO ISSO!

Acho que se a Kobi poderia abrir uma filial na França… não seria uma má idéia… veja só:

A França é a segunda no ranking, com tempo de navegação de 20 horas e 34 minutos por usuário, seguida pelos Estados Unidos, cujos usuários registraram 19 horas e 47 minutos no período.

Mas enquanto a Kobi não abre a sua filial na França ou nos EUA, vou fazer um apelo aos empresário brasileiros “Abra a sua loja virtual, você não sabe o que está deixando de ganhar!”. Evoluir digitalmente é o desafio desse novo tempo. Empresas tradicionais têm que aprender a pensar e agir digitalmente. Enquanto você fica aí pensando se abre ou não abre a sua lojinha virtual, o seu concorrente já pode estar preparando o coquetel de inauguração da loja virtual dele.

A nossa solução de e-commerce oferece funções como personalização de layout da loja, criação de promoções, oferta do dia, busca de produtos, gerenciamento de pedidos, cupom-desconto, controle de estoque e atendimento online. Também permite acessar boletins e estatísticas avançadas que auxiliam na gestão da companhia.

Além da solução completa de e-commerce, a KOBI oferece toda a assessoria para que a sua loja virtual gere retorno, através do planejamento de marketing Digital.

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Como fazer o cliente investir em um projeto web de qualidade com todos os recursos e padrões necessários, quando há gente por aí desenvolvendo sites a R$ 500,00?

December 21st, 2007

Há dois pontos interessantes nessa pergunta.

O primeiro é que nem todo negócio necessita de um website. O Sr. Manoel da quitanda da esquina talvez não precise realmente de um website. Opa pera ai, vou explicar melhor, quero dizer que ele, o Sr. Manoel, acha que não precisa aiiiiinda de um projeto web. Pode ser que isso venha a mudar num futuro próximo, mas hoje talvez parte do problema seja que você está tentando vender um website para alguém que realmente não precisa de um.

Esse ponto nos leva a um outro mais interessante:

Ninguém está interessado em comprar esse negócio de website aí. Ninguém compra website. Se você vende website, está vendendo alguma coisa que ninguém quer comprar, e seus clientes vão achar caro mesmo. Ninguém compra website, ninguém compra sistema, ninguém compra e-commerce. Essa é a mais dura verdade que uma empresa especializada na área pode ouvir. Sabe o que se passa na cabeça do seu prospect quando você oferece a ele um a solução de e-commerce por, digamos, *R$ 30.000,00?

“Por esse dinheiro eu coloco dois operadores de telemarketing para trabalhar aqui por um ano.”

“Hummm, é o preço de uma boa reforma para a minha loja.”

“Por que eu deveria pagar por isso mesmo?”

O irmão de uma amigo meu faz muito mais barato”

Padrões web, usabilidade, acessibilidade, tecnologias, tudo isso tem um custo, mas não é isso que seu futuro cliente vai comprar de você. Em nosso exemplo, uma possível solução de e-commerce, ele estará comprando um vendedor. Um vendedor que trabalhará 24 horas por dia, 7 dias por semana e que não vai ficar doente ou abrir um processo trabalhista, um vendedor que pode atender milhares de pessoas simultaneamente. Isso tudo é uma questão de números, R$ 30.000,00 pode ser muito barato se você puder mostrar ao seu futuro cliente que vale a pena. Não estou aqui desmerecendo de forma alguma o trabalho humano, só tentando provar que esse tipo de pensamento não é válido. É quase a mesma coisa que dizer o seguinte: “Poxa, por R$70.000,00 ao invés de eu comprar esse carro importado que eu tanto sonhei, poderia comprar 2 populares”.

E-commerce não é simplesmente um paradigma de modernidade. É uma realidade, um nova maneira de fazer negócio, um novo modo de utilizar a tecnologia e uma nova forma de construir empresas. Se você ainda não convenceu o seu prospect que ele deveria investir em um projeto web, mesmo que seja um projeto simples para dar o primeiro passo neste gigantesco mundo de possibilidades de negócios, coloco aqui um caso de sucesso, uma empresa 100% do mundo digital, o Submarino.com.br

O Submarino é a maior empresa de varejo de bens de consumo em vendas ao consumidor (B2C) segundo o INFO100, levantamento realizado pela revista InfoExame. A varejista on-line é a primeira colocada do ranking (cujas vendas no ano passado cresceram 59%, atingindo 245,2 milhões de dólares), em comparação com Magazine Luíza, Ponto Frio, Livraria Saraiva, ShopTime, entre outras.

O volume de dinheiro movimentado pelo e-commerce cresceu 30,6% no ano passado, atingindo 65,3 bilhões de dólares. Trata-se de um saldo 13,3 vezes maior que o PIB, que ficou em 2,3%. O levantamento lista os 100 maiores nomes das transações online do país, compondo um ranking com 50 empresas líderes em operações B2C, diretas ao consumidor, e 50 em negócios B2B, de empresa

* Você provavelmente deve ter entendido que eu não estou dizendo que um e-commerce deva custar R$ 30.000,00. Esse é um preço hipotético. Um e-commerce pode custar R$ 4.500,00 ou R$ 250.000,00, e esse não é o nosso assunto aqui.

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Evoluir digitalmente é o desafio desse novo tempo

December 13th, 2007

Estamos vivendo em uma espécie de grande guerra do novo mundo digital contra o velho mundo pós-industrial. E nessa disputa as empresas tradicionais têm que aprender a pensar e agir digitalmente, adaptando-se ao meio e prosperando em um contexto diferente daquele já conhecido.

E-commerce não é simplesmente um paradigma de modernidade. É uma realidade, um nova maneira de fazer negócio, um novo modo de utilizar a tecnologia e uma nova forma de construir empresas.

Uma pesquisa feita por uma das mais famosas empresas de consultoria, a McKinsey, compreendendo as mil maiores empresas americanas nos últimos 30 anos, informa que, quanto mais antiga uma empresa, menor é sua capacidade competitiva e de desempenho em relação ao mercado.

Acredite que a Internet pode ser utilizada para aumentar a eficiência dos processos de negócio”.

Nós acreditamos que vivemos no melhor momento da história da humanidade. A internet e o comércio eletrônico não são modismos, mas ferramentas que vieram para mudar a história, redesenhar modelos de negócios, derrubar fronteiras entre parceiros e estreitar o relacionamento entre as pessoas.

Construir um website na maioria das vezes é uma tarefa fácil, por isso muita gente com pouco conhecimento em programação e designer está fazendo hoje, qualquer empresa pode ter o seu website pagando alguns R$800,00, o difícil é o projeto ficar competitivo para o mercado. Construir um projeto de e-commerce tem que ir além de simplesmente ter um endereço na internet, tem que ter um planejamento estratégico, modificações no sistema atual e até mudanças de processos dentro da empresa. Uma empresa de desenvolvimento de websites hoje tem que oferecer todas essas condições para que seus projetos cheguem a ter sucesso neste imenso mundo digital.

Para ter um projeto de e-commerce de sucesso, comece com uma combinação de domínio técnico em áreas como Websites, redes e comunicações. Acrescente conhecimento em administração de negócios e logística. Misture algumas habilidades em design, conteúdo de informação, programação, inovação, estratégia e marketing. Depois, atualize constantemente todas essas habilidades, à medida que novos avanços vão surgindo. Agora, você está pronto para criar ou colocar em operação uma empresa de e-commerce bem-sucedida.

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