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Mais de 66 milhões internautas no Brasil

February 26th, 2010

Não somente o ano fechou com 66,3 milhões de internautas, compostos por acessos em todos os ambientes, sejam eles residências, trabalho ou locais públicos, como navegou por mais tempo que europeus e americanos, totalizando 44 horas no mês, à frente de: EUA, com 40 horas, Austrália com 39 horas, França com 38 horas, Reino Unido com 37 horas, Espanha com 35 horas, Alemanha com 33 horas, Japão com 31 horas e Itália com 29 horas, englobando os locais de acesso trabalho e domicílios. Quando o acesso inclui tempo de uso no computador, este número sobe para 66 horas em dez/09.

internautas

Também cresceu em dezembro a categoria Finanças e Investimento, com evolução de 6,6%, puxada pela expansão de 9,8% na audiência dos sites de bancos. No comércio eletrônico, a subcategoria Lojas de Varejo aumentou em 2,9% seu número de usuários e chegou ao maior patamar de audiência já alcançado, de 21,3 milhões de pessoas.

Telecomunicações e Serviços de Internet continua sendo a categoria com maior tempo de navegação. Nela estão classificados os sites de e-mail e de telefonia, assim como os serviços de mensagens instantâneas, de downloads e de hospedagem, com 34,6 milhões de usuários.

tempo

Também em dezembro, 23 milhões navegaram em sites da subcategoria Vídeos e Filmes, em que se classificam site como o YouTube, e 13,8 milhões navegaram em sites da categoria Transmissão de Mídia, em que estão os sites de vídeos profissionais. Juntas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos online. Tempo de navegação já é de 1 hora e 5 minutos por mês na subcategoria Vídeos e Filmes.

Dados do Ibope.

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Imóveis a um clique!

February 9th, 2009

A palavra crise não consta no dicionário da Kobi, quem investe no período de dificuldades sai dele ainda mais fortalecido

Vasculhar os classificados e anúncios dos jornais não precisa ser o primeiro passo para quem decide comprar ou alugar um imóvel. Graças a Internet, ficou mais fácil e rápido encontrar a casa dos seus sonhos. O mercado imobiliário e consumidores apostam cada vez mais nessa modalidade. Não por acaso, no Brasil, de acordo com pesquisa do Ibope, mais de 40 milhões de pessoas tem acesso à Internet.

De acordo com empreendedores, hoje, nas grandes cidades brasileiras, mais de 50% das vendas de imóveis passam em algum momento pela Internet.

Pensando neste enorme potencial, a Kobi desenvolveu uma ferramenta para este segmento. O Imobiliária online é um sistema de gerenciamento de imóveis que possibilita aos profissionais do ramo imobiliário divulgarem suas carteiras de imóveis na Internet, aliada as técnicas de melhora no posicionamento dos principais sites de busca. O próprio administrador poderá atualizar qualquer informação no site imobiliário facilmente e ainda conta com muitas outras funcionalidades.

Saiba mais em: http://www.kobi.com.br/imobiliaria.php

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O número de internautas ativos no país chegou a 24,5 milhões em dezembro de 2008

January 26th, 2009

O número de internautas ativos no país chegou a 24,5 milhões em dezembro de 2008, de acordo com a pesquisa do IBOPE/NetRatings. Faltam agora 180 milhões de brasileiros.

O projeto Pew Internet & American Life lançou a 3a edição da pesquisa ‘The Future of The Internet’. Um grupo de 1,196 pessoas participou do estudo que desenha cenários para o impacto da internet na vida social, politica e econômica para o ano de 2020. Veja abaixo alguns dos destaques da pesquisa.

1. Os aparelhos móveis serão a ferramenta numero 1 de conexão à internet para a maior parte das pessoas no mundo em 2020.

2. A transparência individual e corporativa vai aumentar, mas isso não levará necessariamente a mais integridade pessoal ou tolerância social

3. A tecnologia de reconhecimento de voz e as interfaces sensiveis ao toque na internet serão predominantes até 2020.

3. Os que trabalham em defesa da propriedade intelectual e proteção dos direitos autorais continuarão a brigar com os ‘crackers’, que encontrarão maneiras de copiar e compartilhar conteúdo de graça.

4. A separação entre o tempo pessoal e o tempo de trabalho - e entre a realidade fisica e a virtual - serão ainda mais apagadas para qualquer um que esteja online; e o resultado disso será uma mistura em termos de relações sociais. Fonte: Blue Bus.

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Comprar na internet é hábito de 7 milhões de brasileiros, diz Visa

September 10th, 2008

O hábito de fazer compras na internet já faz parte do dia-a-dia de 7 milhões de brasileiros, ou 3,7% da população, revela um estudo divulgado pela Visa nesta quarta-feira (10/09).

Em 2007, as vendas online no Brasil alcançaram a marca de 4,89 bilhões de dólares, um crescimento de 116% em comparação ao ano de 2006, e um recorde em e-commerce da região América Latina e Caribe, mostra o estudo elaborado pela AmericaEconomia Intelligence.

Dos 18 países estudados, o e-commerce gerou 10,9 bilhões em compras no ano passado entre 19,1 milhões de consumidores, que devem chegar a 25 milhões até o final de 2008.

No Brasil, a cifra de 3,7% é suficiente para colocar o País em primeiro lugar entre os que mais compram pela internet em toda a América Latina, com 45% das compras via internet no período - a média da região é de 12%.

Crescimento econômico, avanços na tecnologia e aumento da penetração de cartões de crédito estão entre os fatores que colaboram para o crescimento do comércio eletrônico no País. Segundo a Visa, atualmente mais de 65% das compras online do Brasil são realizadas com cartões de crédito.

Em 2007, a América Latina chegou a 26,2 pontos no índice “e-Readiness B2C”, que compara a capacidade das economias da região para desenvolver a demanda por comércio eletrônico.  A pontuação da América Latina atingida em 2007 se deve ao avanço em diferentes variáveis: 36,7% em acesso digital, 34,6% na posse de tecnologia digital, e 28,7% em nível de renda e bancarização da população. No ano de 2007, a primeira colocação foi ocupada pelo Chile, com 47,4 pontos.

O Brasil chegou a 42,5 pontos, especialmente pela força dos indicadores de acesso digital básico, que explicam 46,1% do resultado, do nível de bancarização e da penetração de cartões de crédito no País - hoje entre 46% da população. O ponto negativo ficou em tecnologia digital (-8,4 pontos), onde pesaram as panes na infra-estrutura de internet como ocorreu com os clientes da Telefônica no Estado de São Paulo, em julho.

O estudo ainda mostra que o e-commerce no Brasil representa 0,38% do PIB nacional, acima da média da região de 0,32%, mas ainda distante de economias mais avançadas como os Estados Unidos, onde a penetração alcança 1%.

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