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Posts Tagged ‘Google’

Google Wave - O novo serviço da Google

June 4th, 2009

A Google mostrou no Google I/O Conference o que será o Google Wave, uma aparentemente FANTÁSTICA ferramenta web de colaboração, gestão de projetos, e-mail, chat e muito mais. Os criadores do Google Wave são dois funcionários que trabalharam no Google Maps. Os caras criaram o Wave naqueles 20% do tempo de trabalho que o Google permite a seus funcionários se dedicarem ao que eles quiserem.

O Google Wave ainda não está no ar. Você pode se inscrever para receber as novidades sobre o Google Wave no web site do produto.
O Google Wave promete passar a perna no Outlook da Microsoft, e nos softwares de CRM que existem por aí. O Google Wave tem uma interface próxima ao Gmail mas centrada nos contatos e não nas mensagens. É mais um excelente exemplo dos rumos que a tecnologia está caminhando: as nuvens.

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Por dentro dos containers da Google

June 4th, 2009

Computação nas Nuvens: O futuro, segundo o Google!

April 17th, 2009

Nos próximos anos deveremos ouvir muito os termos “computação nas Nuvens “, “cloud computing ” e SaaS - Software-as-a-Service “. O conceito é claro, cada vez mais as informações estarão disponíveis e mais pessoas terão acesso a essas informações, graças à disponibilização de muitos serviços on-line, muitos gratuitamente, e que devem baratear o preço dos computadores, inclusive, aumentando a presença on-line de pequenas empresas e fornecedores de serviços.

O conceito não é novo para quem trabalha com internet, mas ganha cada vez mais destaque com declarações da Google estar trabalhando na sua “computações nas Nuvens”. O termo refere-se à possibilidade de utilizarmos computadores menos potentes que podem se conectar à Web e utilizar todas as ferramentas on-line, seguindo o exemplo que o Google propõe com o Google Docs, Gmail e tantas outras aplicações. Assim, o computador seria simplesmente uma plataforma de acesso às aplicações, que estariam em uma grande nuvem - a Internet.

Vale lembrar, que como o termo não é nada novo, já existem vários sites que são praticamente sistemas operacionais on-line, além de muitos serviços que disponibilizam ferramentas fantásticas on-line. Exemplo recente da Adobe, que disponibilizou uma versão on-line do Photoshop.

O Jornal da Globo fez uma reportagem tentando explicar o conceito e, ao visitar a sede do Google em Mountain View tornou-se a primeira equipe de TV sul-americana a conversar com Eric Schmidt - CEO do Google. Na conversa, Eric falou que o Google compra novas empresas na proporção de uma por semana e, ao ser perguntado sobre uma possível aquisição do Yahoo!, respondeu que não há planos de comprar gigantes, mas sim de pequenas empresas que oferecem serviços “revolucionários”.

Eric também “alfinetou” a Microsoft, falando que não tem medo da empresa de Bill Gates e que a empresa deve sofrer com a concorrência da “computação nas Nuvens” que deve crescer nos próximos anos e ir totalmente contra o conceito aplicado até hoje pela Microsoft. Segundo ele, o futuro está na internet, daí o interesse da Microsoft adquirir o Yahoo!.

Eric completou que o Google está trabalhando para esta “computação nas nuvens”, mostrando que a empresa tem interesse em disponibilizar cada vez mais informações e torná-las cada vez mais acessíveis, seguindo o lema da empresa e, lógico, ganhando mercado e fazendo dinheiro com este público sedento por informações.

Assista a reportagem realizada pela Globo dentro do GooglePlex:

Veja o texto da reportagem na íntegra no G1

Fonte: http://www.undergoogle.com/blog/2008/google/computacao-as-nuvens-o-futuro-segundo-o-google.html

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Google afirma que 50% do comércio mundial é influenciado por pesquisas na web

October 30th, 2008
Apesar de apenas 6% das compras mundiais serem realizadas pela Internet, dados divulgados pelo Google nesta quinta-feira (23) mostram que cerca de 50% de todas as transações comerciais são influenciadas por pesquisas feitas na rede mundial de computadores.Ainda de acordo com o Google, o comércio eletrônico internacional vale cerca de 380 bilhões de dólares, e este mercado está em fase de mudanças na relação entre comprador e marca.

Oa dados da empresa de Internet mostram que as redes sociais já englobam 270 milhões de participantes em todo o mundo, e 40% do tráfego online passa pelo vídeo. “As grandes marcas online estão sendo construídas em função da performance do produto, e não tanto pela sua publicidade”, afirmou Rui Nunes, do Google Portugal, informou a Agência Financeira.

Fonte: Portal de Imprensa

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Google promete internet mais veloz e lança navegador próprio

September 2nd, 2008

Chrome já está disponível para download gratuito.
Programa do Google é opção ao Internet Explorer, Firefox e Opera.

Internet Explorer ou Firefox? O Google decidiu ignorar a chamada ‘guerra dos browsers’ e lançou, nesta terça-feira (2), o navegador Google Chrome. A primeira versão de testes do programa está disponível para download gratuito.

Faça o download no Baixatudo:

Google Chrome (em português)

Google Chrome (em inglês)

A ênfase, de acordo com Marcelo Quintela, gerente de produtos do Google Brasil, é na velocidade de navegação. O ‘coração’ do Chrome é o engine (em português, motor) batizado com o sugestivo nome de V8. O sistema foi desenvolvido pelo escritório do Google na Dinamarca, com objetivo de carregar as páginas mais rapidamente que o Internet Explorer e o próprio Firefox.

Reprodução

Chrome une a barra de endereços ao campo de pesquisas.  (Foto: Reprodução)

O Chrome une a barra de endereços ao campo de pesquisas e permite que o usuário escolha o programa de buscas padrão. Ele oferece opções baseando-se nas buscas já efetuadas pelo internauta, sistema semelhante ao utilizado pelo Firefox.

Essa não é a única semelhança com o Firefox, navegador do qual o Google é parceiro. O Chrome utiliza um sistema de abas de navegação, formato popularizado pelo browser da Mozilla e implementado até no Internet Explorer. A diferença é que as abas agora estão no topo da janela, diretamente na barra do programa, e não “dentro” do navegador.

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Abas do Firefox foram colocadas no topo do Chrome. Segundo o Google, isso agiliza a navegação. (Foto: Reprodução)

A primeira aba apresentada quando o programa é aberto mostra um resumo das páginas mais visitadas pelo usuário — segundo a empresa, esse mecanismo também agiliza a navegação. Essas páginas exibidas na primeira guia são atualizadas automaticamente, conforme o internauta usa a web. “O objetivo é levar o usuário até onde ele quer ir, da maneira mais rápida possível”, afirma Quintela.

‘Janela anônima’ permite navegar sem salvar senhas, cookies e histórico.  (Foto: Reprodução)

O programa também promete ser mais estável que os rivais e travar menos. Quando um usuário acessa um site com código problemático, tanto o Internet Explorer quanto o Mozilla Firefox têm o hábito incômodo de fecharem a janela ”travada”, levando junto todas as abas. No Chrome, cada aba roda em um processo separado. Desta forma, apenas a guia com problemas precisa ser fechada em caso de pane.

Em termos de segurança, o Chrome traz um sistema semelhante ao que já está em testes no Internet Explorer 8. Batizado de ‘janela anônima’, trata-se de uma opção que permite navegar sem salvar senhas, cookies e histórico. É o ideal para acessar bancos em computadores de LAN house, por exemplo.

Só para Windows, por enquanto

O Google, por enquanto, só oferecerá o browser para usuários do sistema operacional Windows. A empresa confirmou ter renovado as parcerias com a Mozilla, responsável pelo Firefox, até 2011. O Chrome tem código fonte aberto, o que permitirá que programadores criem novas funções para o navegador.

Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, diz que o lançamento do browser não mostra uma tentativa da empresa de criar um monopólio na internet. “É um browser que você baixa gratuitamente. Ele não tem vinculação com nenhum outro produto do Google, o internauta é livre para escolher programas e sites utilizados”, explica. A empresa, disse o Google, está trabalhando no projeto há um ano.

JULIANA CARPANEZ Do G1, em São Paulo

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Filial brasileira do Google vai assumir controle mundial do Orkut

August 8th, 2008
Processo de transição do comando deve ser concluído em dois meses.
Diretor-presidente no Brasil passará a responder por Google de cinco países.

O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Do G1, em São Paulo

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Google, Yahoo e Microsoft vão adotar código de conduta para atuar na China

August 6th, 2008

Por Redação do IDG Now!

Empresas concordam em implementar um código de conduta para operar em países onde a liberdade de expressão na internet é restrita.

Google, Yahoo e Microsoft concordaram em criar e implementar um código de conduta para operar em países onde a liberdade de expressão na internet é restrita, como a China, informou o senador democrata norte-americano Dick Durbin.

Os CEOs destas empresas receberam cartas do Senado pedindo que finalizassem e colocassem em prática este código tão logo fosse possível.

O senador disse ter recebido resposta das três empresas dizendo que elas teriam chegado a um acordo sobre o código de conduta.

Durbin reforçou que as empresas norte-americanas de internet têm a obrigação de resistir à censura e proteger os direitos humanos fundamentais mesmo antes que o código seja finalizado.

As empresas norte-americanas de internet vêm sendo denunciadas por órgãos de defesa dos direitos humanos por colaborar coma prisão de dissidentes e ser coniventes com políticas de censura em países como a China.

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Podcast: Microsoft não desistirá de vencer o Google em buscas

August 5th, 2008

São Paulo - Thiago Bacchin, sócio-fundador e CEO da Cadastra, fala sobre concorrentes do Google e dá dicas para fazer buscas mais eficazes.

A Microsoft não desistirá tão fácil de vencer o Google em seu próprio jogo – como fez com o ICQ e com a Nestcape. Esta é a avaliação de Thiago Bacchin, sócio-fundador e CEO da Cadastra, agência de search engine marketing, que fala neste podcast sobre o mercado de buscas.

O especialista avalia ainda outros concorrentes do Google, como o Cuil, dá dicas sobre como fazer buscas mais eficazes e como melhorar o posicionamento do seu site nas buscas.

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Comitê Olímpico vai colocar destaques de Pequim no YouTube

August 5th, 2008

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou um acordo com o site YouTube, do Google, para disponibilizar na internet clipes e vídeos com os destaques da Olimpíada de Pequim, que começa na sexta-feira (8). Os arquivos serão postados a partir de quarta-feira (6), no canal www.youtube.com/beijing2008.

“A prioridade do COI é garantir que o máximo de pessoas experimentem a magia dos Jogos Olímpicos e os feitos esportivos inspiradores dos atletas olímpicos”, disse nota assinada por Timo Lumme, diretor de televisão e marketing do COI.

“Pela primeira vez na história olímpica, teremos uma cobertura global on-line completa, e o COI terá seu próprio canal de transmissão, vai disponibilizar imagens olímpicas fantásticas onde jovens gerações de torcedores já estão indo em busca de entretenimento on-line.”

De olho nessa audiência jovem, o COI oferecerá três horas diárias de imagens, com uma compilação das principais disputas do dia e com destaques do decorrer dos jogos.

O COI disse que esse material estará disponível em 77 países e territórios de África, Ásia e Oriente Médio — o que inclui algumas nações muito populosas, como Índia, Coréia do Sul, Nigéria e Indonésia. São países onde os direitos digitais não foram vendidos ou foram cedidos de forma não-exclusiva.

O valor financeiro dessa empreitada é tímido em comparação às vendas de direitos para TV, e sua natureza é totalmente diferente, por causa do uso do YouTube como plataforma, segundo o COI. Não haverá publicidade nem uso de logotipos comerciais.

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