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Posts Tagged ‘e-business’

Kobi System 2009

April 20th, 2009

A Kobi hoje se tornou especialista em desenvolvimento de comércio eletrônico (e-commerce). Com muitos clientes de diferentes portes e segmentos, a Kobi está sempre em busca de inovação e no contato direto com seus clientes. Nossa nova versão de e-commerce 3.0, lançada em Março deste ano, agregou novas funcionalidades e gerou grande satisfação de nossos clientes. Com o comprometimento pelo sucesso de cada projeto desenvolvido, a Kobi tem ficado muito orgulhosa de acompanhar o crescimento on-line de seus clientes. TODOS os projetos entregues ESTE ano, já estão indexados pelo Google(maior buscador do mundo) e já efetuaram vendas de produtos. Esses dados refletem nosso comprometimento, conhecimento e dedicação de nossa equipe.

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Pesquisa diz que e-Commerce deve atingir R$ 4,5 bi

March 24th, 2009

A e-bit anuncia o resultado da 19ª edição do Relatório “WebShoppers”. O estudo mostra que, no Brasil, as compras feitas via comércio eletrônico atingiram R$ 8,2 bilhões de faturamento em 2008, o que representa 30% de crescimento em relação a 2007.

De acordo com a pesquisa, em 2008 foram mais de 13 milhões de brasileiros comprando pela internet no mínimo uma vez, o que aponta para um tíquete médio de R$ 328,00. Só no Natal o comércio eletrônico faturou R$ 1,25 bilhão. O estudo projeta um movimento de aproximadamente R$ 4,5 bilhões para o primeiro semestre deste ano, o que significa 15 milhões de pessoas comprando pelo e-commerce.

Entre os produtos mais vendidos, a categoria Livros continua líder. Em segundo lugar estão os produtos de Saúde, Beleza e Medicamentos, seguido por Informática e Eletrônicos. A quinta posição ficou com a categoria de Eletrodomésticos.

A Kobi lançou no início do mês de Março sua versão e-commerce 2.0, um salto muito importante para quem deseja manter a qualidade de seus produtos e oferecendo o que há de mais atual no mercado. Com uma administração mais dinâmica e intuitiva, seguindo o padrão de grandes players do mercado, a Kobi vem com a promessa de agregar valor e competitividade aos seus clientes no mundo do e-commerce.

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Vou acabar fechando a minha loja física e abrindo um lojinha virtual…

January 25th, 2008

Conheço empresários que vivem reclamando do movimento das vendas em suas lojas, reclamam também da falta de clientes, roubo de mercadorias, desordem nas prateleiras – clientes que tiram o produto do lugar, joga no chão, pisa e não tá nem ai pra nada… Seus funcionários que vivem de mal humor e acabam transmitindo isso para o cliente, enfim um monte de coisas ruins que você possa imaginar.

Será que um empresário que possui um empreendimento físico que vai de mal a pior, vai conseguir encontrar a solução dos problemas dele, na Internet?

É, aqui na Kobi System - Kobi.com.br isso vem aumentando cada vez mais. Tivemos clientes que desistiram antes mesmo de iniciar o projeto e temos também casos de sucesso em sua maioria. Quem quiser conferir é só fazer uma visita! Se não gostar da apresentação pelo menos ganha refrigerante e bombons!

Continuando…

Sendo bem sincero e realista: aviso que existem empresários reclamando de suas lojas virtuais, principalmente em relação ao seu desempenho, rentabilidade etc. Pode acreditar! A atuação eletrônica exige, por exemplo, uma estrutura e cultura organizacional diferente e um foco no desenvolvimento de sistemas de suporte e de redes virtuais de trabalho. É fundamental que o modelo de negócios de Internet da companhia seja coerente com o modelo de negócio global da empresa. A logística, o conhecimento dos clientes e a rapidez de resposta passam a ser fatores competitivos ainda mais decisivos.

O seu website, e você empreendedor, devem estar preparados para fornecer o mais alto nível de satisfação dos visitantes da loja virtual. Por não estar acostumado com um atendimento satisfatório, tanto na loja real como na virtual é possível superar as expectativas e mesmo surpreender o visitante, o que acaba sendo um facilitador importante para a concretização da venda.

Outros fatores que diferem estes tipos de varejo são o nível de exigência dos clientes . É imprescindível criar motivos para que o visitante retorne sempre, seja com informações atualizadas e relevantes, seja com ações de entretenimento no site. Mas o principal é muito simples: resposta aos e-mails ou consultas o mais breve possível.

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Migrar para uma empresa virtual

January 15th, 2008

Migrar de uma empresa regular para uma empresa virtual pode assumir diversas formas.
A primeira etapa do processo para construção de uma empresa virtual é analisar ou “mapear” as tarefas que sua empresa realiza hoje e depois decidir que processos podem ser automatizados.

Qualquer organização pode se beneficiar com a colocação de seu logotipo na Internet, mesmo que apenas para informar a localização de sua loja real.

Não aconselho este tipo de negócio, fazendo desse jeito, não poderá ser mensurado futuramente e talvez possa causar uma falsa impressão sobre essa tal de Internet. Já vi e ouvi empresários afirmarem que esse negócio de Internet não dá certo, que já tiveram um website há alguns anos e nada aconteceu. Será? Você para para fazer uma simples e rápida analise e constata que o website é um terror! Imagens, textos e cores sem nenhum tipo de combinação e capricho um serviço feito por um curioso da área de webdesigner.

Esse tipo de projeto ao invés de passar uma boa imagem da empresa e trazer algum retorno financeiro acaba por não fazer ou pior acaba regredindo a imagem da empresa.

Graças a Deus e a minha brilhante equipe de desenvolvimento e criação, juntos já conseguimos provar para algumas dezenas desses empresários que eles estavam no caminho errado, provamos para eles que é possível lucrar e muito com bom projeto de e-business.

Então, qual vai ser a sua estratégia de e-commerce? O que permanecerá como meta ou missão principal, quais serão as metas menores pelo caminho e qual será o cronograma para a realização? A resposta dependerá da natureza de sua empresa. Provavelmente ela terá que ter algum tipo de presença na Web e provavelmente necessitará de alguma tecnologia, não porque você queira isso, mas porque seus fornecedores e clientes o exigirão.

Você poderia plantar alface e tomate no seu quintal e vendê-los no mercado do produtor sem nenhuma necessidade tecnológica, mas acabaria tendo de utilizar algum tipo de tecnologia para realizar suas transações bancárias ou enfrentaria os custos mais elevados que acompanham as maneiras antigas de fazer negócios. Assim algumas decisões já foram tomadas por você. Na maioria dos casos, os seus padrões setoriais não serão impactados pelas decisões que tomar. A grande pergunta é como, então alocar seus limitados recursos para utilizar esses padrões em benefício próprio?

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