Vivemos o melhor momento do e-Commerce no Brasil, em tempos de crise o comércio eletrônico vem crescendo em larga escala a cada ano
O comércio eletrônico através da Internet é o ramo de atividade econômica que mais cresce no mundo. As jovens empresas que ingressam no comércio on-line têm atraído o maior número de investidores no mercado de ações, aumentando o valor de mercado de forma alucinante.
Para Yuri Motta – Design da Kobi, o Layout é peça importante para a imagem da loja na Internet, tendo que ser levado em conta o segmento de cada cliente. Além do design a loja deve ser aliada a um bom sistema e investimentos em Publicidade digital.
A Kobi System se estruturou ao longo desses anos para fazer de seus clientes cases de sucesso em vendas on-line. Estamos muito otimistas para 2009 com a proposta de ajudar na capacitação e na competitividade de nossos clientes nessa nova realidade digital.
Victor Pontes
comercial@kobi.bom.br
www.kobi.com.br
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A
rede de lojas Ponto Frio pretende buscar o segundo lugar no comércio eletrônico brasileiro com a reforma da loja virtual Pontofrio.com.
Além da reestruturação do site, a marca - hoje a segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do país – criou há dois meses a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., responsável pela gestão dos negócios na web, informa o DCI.
A idéia é participar ativamente de um mercado que, segundo dados da consultoria e-bit, movimentará R$ 8,5 bilhões este ano.
Conforme o CEO do PontoFrio.com, Germán Quiroga, a meta é ampliar a participação de mercado da empresa no e-commerce, que hoje fica em cerca de 4%.
O principal player deste segmento no país tem 50% das vendas nacionais. Pudera: sob a marca B2W, a companhia detém as vendas na web das Americanas, do Submarino e do Shoptime, tendo faturado mais de R$ 5 bilhões em 2007.
Além do Ponto Frio, disputam a vice-liderança do e-commerce brasileiro o Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo, entre outros varejistas com faturamento anual entre R$ 200 e R$ 400 milhões.
Para Quiroga, a tendência é que ocorra uma descentralização no comércio eletrônico nacional, tendo em vista a estréia do Wal-Mart no final de setembro e a expectativa em torno da chegada da Casas Bahia e do Carrefour, mantidas de pé pelas empresas para ainda este ano.
Fonte: Camara-e.net
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