Controle de Versão não é só commit e update
Controle de Versão não é só commit e update
Usar uma ferramenta de controle de versão é muito importante, mas será que a equipe de desenvolvimento está realmente tirando algum proveito real disso ou só cumprindo uma etapa burocrática?
Eu trabalhei em uma empresa que usava o CMVC como controle de versão (nem perca tempo procurando sobre a ferramenta pois é antiga e ruim). Ao entrar para a equipe de desenvolvimento, recebi alguns treinamentos mas nenhum relacionado à ferramenta de controle de versão; apenas me ensinaram como fazer as operações equivalentes ao commit e update do Subversion, nada mais. (observação: o CMVC trabalha com a política pessimista de travamento)
Usar o commit e update já ajuda, claro. Evita perder código-fonte e sobrescrever o trabalho de outro desenvolvedor. Mas será que controle de versão é só isso? Está mais para usar o repositório para fazer backup apenas. É como ter uma ferrari na garagem e só usar pra ir comprar pão na padaria a duas quadras de casa.
O controle de versão ajuda a resolver outros tipos de problemas, tais como:
- Recuperar um arquivo de uma versão anterior: Um arquivo “A” foi apagado, mas não devia. Agora, passadas N revisões, quero trazer o arquivo de volta, mantendo o histórico com aquele arquivo “A” original.
- Desfazer uma mudança sem afetar outras: A revisão atual do repositório é 100 e agora descobriu-se que a mudança feita na revisão 90 não devia ter acontecido. É necessário desfazer esse conjunto de alterações, sem perder as modificações feitas entre as revisões 90 e 100, que são válidas.
- Trabalhar em versões diferentes (mas semelhantes) do mesmo software: Uma nova versão foi lançada e é necessário manter seu código ativo para correções de defeitos que porventura serão encontrados e corrigidos.
- Replicar a correção de um defeito em vários ramos: Uma correção foi feita em um ramo e agora é necessário que todas as mudanças que foram feitas para corrigir os defeitos sejam refeitas em outros ramos. Um problema em potencial é que os outros ramos receberam suas próprias modificações nesse período.
Para resolver esses problemas, precisa-se de bem mais que commit e update.
Talvez não sejam todos na equipe que precisem saber fazer todas as operações, mas não é nem um pouco confortável mexer numa ferramenta importante como o controle de versão sem ter segurança no que se está fazendo. Investir em treinamento de todos os desenvolvedores ajuda bastante a mudar esse quadro.
Outra coisa importante a saber é que o controle de versão é uma atividade de Gerência de Configuração de Software e resolve uma parte dos problemas da área. Também é importante usar algum software para controle de mudança e ter um processo que guie a utilização das ferramentas.
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Será esse o MSI Air?
Adiantando seu lançamento na CES2009, a MSI divulgou as primeiras fotos e dados do MSI X320, com leitor de cartões, tela de 13,4 polegadas proporção 16:9, processador Intel Atom, 3 USBs, VGA e Ethernet. A espessura varia entre 6mm e 19,8mm e pesa 1,3Kg. A MSI insiste em chamar de Netbook, mas com essas proporções E custando entre US$799,00 e US$999,00 acho que já ultrapassou o conceito tanto em tamanho quanto em preço. O aparelho é muito bonito, e dependendo das configurações pode ser considerado como notebook de viagem (não-netbook) e quase um MacBook Air de Pobre (mas não muito pobre). Já como netbook, bem, eu já havia previsto que iriam encher as maquininhas com tantos recursos que o preço, tamanho e funcionalidade os fariam sofrer uma evolução pokemon para Notebooks. Foi o que aconteceu. Já a japinha* em questão... OK, eu entendo que é bom associar mulher bonita com qualquer coisa, mas além dessas luvas serem completamente over, arrumaram uma modelo com cara de profissional (no mau sentido) e ainda por cima profissional ladyboy. Se é que vocês me entendem. *Eu sei que ela (ou ele) é chinesa, entendam "japinha" como genérico de oriental**. ** Sim, eu sei que chamar chinês de japonês, ou de coreano, ou qualquer outra combinação dá morte. Mas lá, não aqui. Via: CrunchGear
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