A Google mostrou no Google I/O Conference o que será o Google Wave, uma aparentemente FANTÁSTICA ferramenta web de colaboração, gestão de projetos, e-mail, chat e muito mais. Os criadores do Google Wave são dois funcionários que trabalharam no Google Maps. Os caras criaram o Wave naqueles 20% do tempo de trabalho que o Google permite a seus funcionários se dedicarem ao que eles quiserem.
O Google Wave ainda não está no ar. Você pode se inscrever para receber as novidades sobre o Google Wave no web site do produto.
O Google Wave promete passar a perna no Outlook da Microsoft, e nos softwares de CRM que existem por aí. O Google Wave tem uma interface próxima ao Gmail mas centrada nos contatos e não nas mensagens. É mais um excelente exemplo dos rumos que a tecnologia está caminhando: as nuvens.
Os sites e portais permitem que o consumidor identifique com rapidez quais são os empreendimentos em oferta nas regiões de seu interesse, quais são sua características, o que oferecem como opção de lazer e as condições de pagamento. Além disso, fica mais fácil o interessado comparar todas as informações disponíveis para identificar exatamente aqueles que atendem as suas necessidades. De acordo com o Ibope/NetRatings, no final de 2008 o Brasil tinha quase 50 milhões de pessoas com acesso a internet.
Para Victor Pontes, consultor de Marketing Digital da Kobi System, hoje os sites das grandes incorporadoras estão evoluindo do antigo estilo de classificados para uma ferramenta que transmita sensações ao consumidor, com vídeos, grandes imagens, integração com grandes portais do segmento, além das informações básicas dos imóveis, facilitando as buscas.
Apostando em todas as facilidades que a Internet traz aos seu usuários, a Kobi lançou a Imobiliária Online, seus imóveis disponíveis na Internet nos melhores sites de busca de forma simples e eficiente.
Vivemos o melhor momento do e-Commerce no Brasil, em tempos de crise o comércio eletrônico vem crescendo em larga escala a cada ano
O comércio eletrônico através da Internet é o ramo de atividade econômica que mais cresce no mundo. As jovens empresas que ingressam no comércio on-line têm atraído o maior número de investidores no mercado de ações, aumentando o valor de mercado de forma alucinante.
Para Yuri Motta – Design da Kobi, o Layout é peça importante para a imagem da loja na Internet, tendo que ser levado em conta o segmento de cada cliente. Além do design a loja deve ser aliada a um bom sistema e investimentos em Publicidade digital.
A Kobi System se estruturou ao longo desses anos para fazer de seus clientes cases de sucesso em vendas on-line. Estamos muito otimistas para 2009 com a proposta de ajudar na capacitação e na competitividade de nossos clientes nessa nova realidade digital.
O número de internautas ativos no país chegou a 24,5 milhões em dezembro de 2008, de acordo com a pesquisa do IBOPE/NetRatings. Faltam agora 180 milhões de brasileiros.
O projeto Pew Internet & American Life lançou a 3a edição da pesquisa ‘The Future of The Internet’. Um grupo de 1,196 pessoas participou do estudo que desenha cenários para o impacto da internet na vida social, politica e econômica para o ano de 2020. Veja abaixo alguns dos destaques da pesquisa.
1. Os aparelhos móveis serão a ferramenta numero 1 de conexão à internet para a maior parte das pessoas no mundo em 2020.
2. A transparência individual e corporativa vai aumentar, mas isso não levará necessariamente a mais integridade pessoal ou tolerância social
3. A tecnologia de reconhecimento de voz e as interfaces sensiveis ao toque na internet serão predominantes até 2020.
3. Os que trabalham em defesa da propriedade intelectual e proteção dos direitos autorais continuarão a brigar com os ‘crackers’, que encontrarão maneiras de copiar e compartilhar conteúdo de graça.
4. A separação entre o tempo pessoal e o tempo de trabalho - e entre a realidade fisica e a virtual - serão ainda mais apagadas para qualquer um que esteja online; e o resultado disso será uma mistura em termos de relações sociais. Fonte: Blue Bus.
Juro que é meu último artigo falando da “crise”. Mas, acreditem, para o setor produtivo de tecnologia, ela é bem real…
Curiosamente, o (des)Governo Federal acha que cortanto investimentos em ciência e tecnologia, estaremos poupando para gastar com… com… a reforma dos apartamentos funcionais, talvez? Enquanto a Sony, por exemplo, garantiu aos seus investidores que o péssimo resultado não vai afetar a pesquisa de novos produtos e tecnologias, nosso Congresso propôs um corte de 18% no já mirrado orçamento do MCT, resultando em uma perda de respeitáveis R$ 1,1 bilhão, segundo a Folha de São Paulo de ontem.
Entre as reações negativas, destaca-se a do presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp: ?Tais cortes são de extrema gravidade e terão conseqüências negativas para a vida do País nos campos da educação e da C&T e no desenvolvimento tecnológico dos setores industriais de maior valor agregado?.
É fato conhecido que nossa verba pública é muito mal aproveitada, em determinadas áreas. Mas cortar um orçamento que é essencial para nosso futuro não me parece ser a solução (ou o senador Delcídio Amaral, do PT de MS, responsável pela peça orçamentária, acha que competição no mercado globalizado se consegue construindo anexos em Brasília?).
Há alguns dias começaram a aparecer relatos de drives da Seagate (modelos Barracuda 7200.11, ES.2 SATA e DiamondMax 22) que não inicializavam corretamente, impedindo o acesso aos dados por parte do usuário. A grande maioria dos relatos veio do exterior, mas se você tem um destes (comprado via aquele amigo de confiança ou trazido pelo bom, velho e confiável aeroporto), já pode se alegrar: a empresa disponibilizou um segundo update de firmware que, ao que parece, soluciona de vez o problema.
A resolução é relativamente simples e mesmo usuários do tipo “salsa” conseguirão seguir as instruções do site da empresa.
Nos velhos tempos se você fosse desorganizado na vida real, seria desorganizado com seu computador. Você sabe, aquele seu amigo com toneladas de disquetes, todos sem identificação, meia-hora para achar um joguinho, documentos “importantes” ficavam em um disquete com uma etiqueta colorida mas ele nunca lembrava a cor.
Com o advento dos HDs a salvação veio na forma do XTreeGold, um programinha excelente para gerenciar arquivos, mas mesmo assim durou pouco. Os discos aumentaram rapidamente de capacidade e logo tínhamos páginas e páginas e páginas de informação. Achar um GIF não era trivial como listar 10 ou 20 arquivos.
A estratégia organizacional de tacar tudo no disco e procurar quando fosse preciso não mais funcionava. Quem era desorganizado teve que começar a criar diretórios para separar seu conteúdo, o que, diga-se de passagem é uma violência para quem tem déficit de atenção, preguiça, desorganização congênita ou TRA, como eu. Cheguei a ter diretórios de TEMP a TEMP8 em meu PC.
Com o advento do OSX a vida se tornou mais fácil. O Spotlight é uma ferramenta MUITO rápida e eficiente para localizar conteúdo, e a antiga preocupação de manter arquivos nas pastas corretas, se era pequena acabou de vez.
Voltamos ao velho mundo de arquivos jogados pelos disquetes / HDs pequenos e um XtreeGold organizando tudo para nós, mas isso será realmente bom?
É prático, eu admito, exceto que se eu precisar de todos os meus documentos de texto terei que copiar de diversos diretórios, muitos que nem sei onde ficam.
Todo o autocontrole em organização que fui obrigado a exercer no passado foi para o ralo.
Olhando a primeira página do meu diretório Documents tenho:
nove fotos que não imagino de onde sejam
um torrent que nunca baixei
MP3 com o tema do Amaury Junior
arquivo de 1GB encriptado com fotos comprometedoras
captura de tela também não-identificada
Watchmen (a graphic novel)
Media Kit do Contraditorium (pela metade)
Savegame de um jogo qualquer
Texto sobre evento da Nokia na Bahia
$RECYCLE.BIN (não pergunte como foi parar ali)
O diagnóstico: Meu diretório Documents é uma zona total, eu não tenho como identificar por exemplo “artigos em andamento”. Não há uma pasta para isso e o Spotlight me tornou preguiçoso demais para criar uma.
A tecnologia de buscas dentro do próprio computador nos torna refém, estamos na mão desses programas, como estaríamos na mão de uma boa secretária (se fosse a japinha da foto, ao menos…) nós sabemos o que o Spotlight quer que saibamos, nós procuramos o que SABEMOS que existe para ser procurado.
Será que isso é realmente tão produtivo assim? Nos velhos tempos eu não precisava do Spotlight para saber que textos tinha em andamento, quais tinham sido feitos para cada trabalho e nem quais imagens haviam sido usadas em quais blogs. Hoje, se me perguntar eu não sei, pois o Spotlight também não sabe.
Para mim isso foi uma regressão.