Archive

Archive for the ‘Imprensa’ Category

‘Chefão’ do iPod deixará a Apple, diz jornal

November 4th, 2008

Executivo sênior Tony Fadell participou também da criação do iPhone.
Vaga será de Mark Papermaster, da IBM, segundo ‘Wall Street Journal’.

 


Foto: Divulgação



Divulgação
Tony Fadell está na Apple desde 2001 e é
considerado um dos ‘pais’ do iPod (Foto: Divulgação)

Um dos principais executivos da Apple, que participou do
desenvolvimento do iPod, decidiu deixar a companhia e será
substituído por um ex-funcionário da IBM, informou o “Wall
Street Journal” nesta terça (4).

Tony Fadell, vice-presidente sênior da divisão de iPods da Apple
e parte da equipe de desenvolvimento do iPhone, está deixando a
companhia citando razões pessoais, mas continuará prestando
serviços como consultor, informou o jornal, citando pessoas
próximas ao assunto.

Fadell, que está na Apple desde 2001, será substituído por Mark
Papermaster, da IBM, segundo o jornal. Papermaster, que esteve
na IBM nos últimos 26 anos, foi membro do Time de Integração e
Valores da empresa desde 2006.

A IBM processou Papermaster na última semana para impedi-lo de ir
para a Apple, citando acordo de não-competição assinado entre
ele e a companhia. O acordo impede o executivo de aceitar
emprego em um competidor até um ano após a sua saída da IBM.

A Apple e a IBM não puderam ser imediatamente contatadas pela
Reuters para comentar o assunto.

Imprensa , , , ,

Empreendedores de sucesso dão a receita

September 23rd, 2008

RIO - Com pouquíssimo dinheiro, muita criatividade e planejamento, é possível ser um empreendedor de sucesso. A reportagem de Natália Soares da Megazine desta terça-feira traz histórias de quem, apesar do pouco dinheiro, transforma seus projetos em realidade. Luiza Netto, de 22 anos, e Thiago Correia, de 23, donos, respectivamente, de uma confecção de acessórios de material reciclável e de uma empresa de desinfetantes e sabonetes biodegradáveis, são exemplos disso. Eles ainda nem chegaram aos 25 anos e estão apostando que é possível ser empreendedor apenas com boas idéias. A receita? Somar entusiasmo e planejamento, diz Sergio Malta, diretor- superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Rio de Janeiro.

- As três principais causas para o fechamento de um negócio novo são a falta de organização, a carga de impostos e a burocracia para abrir uma empresa. Felizmente, estes dois últimos fatores têm diminuído bastante - avisa Malta.

Confira a lista de universidades que oferecem cursos e disciplinas na área

Formada em Design de Moda no Senai Cetiqt e fazendo mestrado em Design na PUC-Rio, Luiza organizou seu minguado orçamento assim: R$ 2 mil para a criação de um site e mais R$ 1.500 em mão-de-obra e matéria-prima. Para se dedicar completamente à confecção, ela abandonou o emprego numa fábrica de lingeries. E está valendo a pena. Já conseguiu parcerias com três lojas para vender suas bijuterias, feitas de resina de mamona, garrafas PET, retalhos e outros materiais descartados por indústrias.

- Troquei o certo pelo duvidoso, mas não me arrependo. Gosto do que estou fazendo, e o mercado está apostando cada vez mais em produtos ecologicamente sustentáveis - acredita ela, cujas peças nas lojas saem por até R$ 100.

Fonte: Globo

Imprensa

IBM passa Microsoft em valor de marca

September 19th, 2008

Por AE

A gigante do software Microsoft perdeu posição para a IBM em 2008 na lista das 100 marcas mais valiosas do mundo, elaborado pela consultoria especializada em avaliação de marcas Interbrands. No topo do ranking, pelo oitavo ano consecutivo, está a Coca-Cola, cuja marca é avaliada em US$ 66,667 bilhões. A IBM, em segundo lugar, vale US$ 59,031 bilhões e a Microsoft, que figurava na segunda posição no ano passado, passou à terceira colocação - a marca da empresa de Bill Gates vale US$ 59,007 bilhões. “A diferença é sutil, mas mostra que a IBM acertou ao sair do negócio de PCs e se posicionar como uma empresa de soluções em informática. Ao mesmo tempo, a Microsoft passou por alguns contratempos, como a aposentadoria de Gates e os problemas com o Windows Vista, que influenciaram no valor de sua marca”, diz Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrands no Brasil. A lista sugere ainda que as marcas ligadas às áreas de tecnologia e internet vêm ganhando destaque e galgando posições. O maior exemplo é o Google, décima posição no ranking, cuja marca hoje está avaliada em US$ 25,590 bilhões. Em três anos, a marca subiu dez posições, com crescimento de 107% - em 2006, valia US$ 12,4 bilhões. Além do Google, cujo valor da marca cresceu 43% nessa edição do ranking, as marcas que mais se valorizaram foram Apple (+24%), Amazon.com (+19%) e Zara (+15%). Já as marcas que mais sofreram desvalorização foram Ford (-12%), Citi (-14%), Morgan Stanley (-16%), GAP (-20%) e Merrill Lynch (-21%). A forte presença de grupos financeiros entre as maiores quedas é um reflexo da atual crise do sistema financeiro americano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imprensa, marketing Digital , , ,

Comprar na internet é hábito de 7 milhões de brasileiros, diz Visa

September 10th, 2008

O hábito de fazer compras na internet já faz parte do dia-a-dia de 7 milhões de brasileiros, ou 3,7% da população, revela um estudo divulgado pela Visa nesta quarta-feira (10/09).

Em 2007, as vendas online no Brasil alcançaram a marca de 4,89 bilhões de dólares, um crescimento de 116% em comparação ao ano de 2006, e um recorde em e-commerce da região América Latina e Caribe, mostra o estudo elaborado pela AmericaEconomia Intelligence.

Dos 18 países estudados, o e-commerce gerou 10,9 bilhões em compras no ano passado entre 19,1 milhões de consumidores, que devem chegar a 25 milhões até o final de 2008.

No Brasil, a cifra de 3,7% é suficiente para colocar o País em primeiro lugar entre os que mais compram pela internet em toda a América Latina, com 45% das compras via internet no período - a média da região é de 12%.

Crescimento econômico, avanços na tecnologia e aumento da penetração de cartões de crédito estão entre os fatores que colaboram para o crescimento do comércio eletrônico no País. Segundo a Visa, atualmente mais de 65% das compras online do Brasil são realizadas com cartões de crédito.

Em 2007, a América Latina chegou a 26,2 pontos no índice “e-Readiness B2C”, que compara a capacidade das economias da região para desenvolver a demanda por comércio eletrônico.  A pontuação da América Latina atingida em 2007 se deve ao avanço em diferentes variáveis: 36,7% em acesso digital, 34,6% na posse de tecnologia digital, e 28,7% em nível de renda e bancarização da população. No ano de 2007, a primeira colocação foi ocupada pelo Chile, com 47,4 pontos.

O Brasil chegou a 42,5 pontos, especialmente pela força dos indicadores de acesso digital básico, que explicam 46,1% do resultado, do nível de bancarização e da penetração de cartões de crédito no País - hoje entre 46% da população. O ponto negativo ficou em tecnologia digital (-8,4 pontos), onde pesaram as panes na infra-estrutura de internet como ocorreu com os clientes da Telefônica no Estado de São Paulo, em julho.

O estudo ainda mostra que o e-commerce no Brasil representa 0,38% do PIB nacional, acima da média da região de 0,32%, mas ainda distante de economias mais avançadas como os Estados Unidos, onde a penetração alcança 1%.

IDG Now

Imprensa, e-commerce , , , ,

Google promete internet mais veloz e lança navegador próprio

September 2nd, 2008

Chrome já está disponível para download gratuito.
Programa do Google é opção ao Internet Explorer, Firefox e Opera.

Internet Explorer ou Firefox? O Google decidiu ignorar a chamada ‘guerra dos browsers’ e lançou, nesta terça-feira (2), o navegador Google Chrome. A primeira versão de testes do programa está disponível para download gratuito.

Faça o download no Baixatudo:

Google Chrome (em português)

Google Chrome (em inglês)

A ênfase, de acordo com Marcelo Quintela, gerente de produtos do Google Brasil, é na velocidade de navegação. O ‘coração’ do Chrome é o engine (em português, motor) batizado com o sugestivo nome de V8. O sistema foi desenvolvido pelo escritório do Google na Dinamarca, com objetivo de carregar as páginas mais rapidamente que o Internet Explorer e o próprio Firefox.

Reprodução

Chrome une a barra de endereços ao campo de pesquisas.  (Foto: Reprodução)

O Chrome une a barra de endereços ao campo de pesquisas e permite que o usuário escolha o programa de buscas padrão. Ele oferece opções baseando-se nas buscas já efetuadas pelo internauta, sistema semelhante ao utilizado pelo Firefox.

Essa não é a única semelhança com o Firefox, navegador do qual o Google é parceiro. O Chrome utiliza um sistema de abas de navegação, formato popularizado pelo browser da Mozilla e implementado até no Internet Explorer. A diferença é que as abas agora estão no topo da janela, diretamente na barra do programa, e não “dentro” do navegador.

Reprodução

Abas do Firefox foram colocadas no topo do Chrome. Segundo o Google, isso agiliza a navegação. (Foto: Reprodução)

A primeira aba apresentada quando o programa é aberto mostra um resumo das páginas mais visitadas pelo usuário — segundo a empresa, esse mecanismo também agiliza a navegação. Essas páginas exibidas na primeira guia são atualizadas automaticamente, conforme o internauta usa a web. “O objetivo é levar o usuário até onde ele quer ir, da maneira mais rápida possível”, afirma Quintela.

‘Janela anônima’ permite navegar sem salvar senhas, cookies e histórico.  (Foto: Reprodução)

O programa também promete ser mais estável que os rivais e travar menos. Quando um usuário acessa um site com código problemático, tanto o Internet Explorer quanto o Mozilla Firefox têm o hábito incômodo de fecharem a janela ”travada”, levando junto todas as abas. No Chrome, cada aba roda em um processo separado. Desta forma, apenas a guia com problemas precisa ser fechada em caso de pane.

Em termos de segurança, o Chrome traz um sistema semelhante ao que já está em testes no Internet Explorer 8. Batizado de ‘janela anônima’, trata-se de uma opção que permite navegar sem salvar senhas, cookies e histórico. É o ideal para acessar bancos em computadores de LAN house, por exemplo.

Só para Windows, por enquanto

O Google, por enquanto, só oferecerá o browser para usuários do sistema operacional Windows. A empresa confirmou ter renovado as parcerias com a Mozilla, responsável pelo Firefox, até 2011. O Chrome tem código fonte aberto, o que permitirá que programadores criem novas funções para o navegador.

Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, diz que o lançamento do browser não mostra uma tentativa da empresa de criar um monopólio na internet. “É um browser que você baixa gratuitamente. Ele não tem vinculação com nenhum outro produto do Google, o internauta é livre para escolher programas e sites utilizados”, explica. A empresa, disse o Google, está trabalhando no projeto há um ano.

JULIANA CARPANEZ Do G1, em São Paulo

Imprensa , , , ,

As piores panes da internet em 2008

August 28th, 2008

Este ano milhares de internautas foram lembrados, de formas nada agradáveis, do quanto o trabalho e a vida pessoal dependem de uma simples conexão, uma busca, e-mails ou da troca de informações na web 2.0.

Certamente, a expectativa dos internautas está crescendo em relação a serviços online e muitos deles mostraram que precisam se estruturar para conseguir segurar a onda.

Confira uma cronologia das principais panes em serviços de internet que geraram pânico entre usuários no Brasil e no mundo.

A baleia do Twitter
Quando: 15 de janeiro
O que aconteceu: Não é de hoje que a gíria “baleiar” tornou-se um sinônimo de serviço online fora do ar e uma das principais causas aconteceu em 15 de janeiro, durante a Macworld 2008 em que a Apple introduziu o Macbook Air.

As sucessivas quedas no serviço de microblogging, que exibe imagem de uma baleia sendo carregada por passarinhos, quando está fora do ar, tornaram-se cada vez mais freqüentes desde abril deste ano, quando o serviço havia registrado um aumento anual de 8 vezes em sua audiência.

Durante períodos de instabilidade, o Twitter desativou funções como acesso a aplicações de suporte e até a barra de “respostas” do site, para reduzir a carga.

Em junho, o Twitter recebeu uma nova rodada de investimentos, em um valor estimado de 15 milhões de dólares, que incluiu investidores como Jeff Bezos, fundador da Amazon.com. No mês seguinte, a empresa adquiriu o buscador Summize, que trouxe novas funções à comunidade. No entanto, as sucessivas “baleiadas” já levaram usuários para o concorrente, FriendFeed.

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 28 de agosto de 2008 às 07h10

Imprensa

Filial brasileira do Google vai assumir controle mundial do Orkut

August 8th, 2008
Processo de transição do comando deve ser concluído em dois meses.
Diretor-presidente no Brasil passará a responder por Google de cinco países.

O processo já teve início e, no período de dois meses, o Google deve concluir a transferência do controle mundial do Orkut para a filial brasileira. Na prática, nada mudará para os internautas cadastrados no site de relacionamentos. Mas a empresa vê como vantajoso o fato de a rede social ser comandada diretamente no país onde o serviço tem o índice mais alto de adesão: dos 60 milhões de usuários, 54% dizem ser brasileiros.

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, essa transferência é resultado da popularidade local do serviço e também da maturidade do time no país. A parte de engenharia continuará sendo dividida com a filial indiana, mas o controle geral do produto será exclusivo dos funcionários do Google local. Por aqui, a companhia tem dois escritórios: um em São Paulo e um em Belo Horizonte, onde funciona o centro de engenharia.

Essa não é a primeira vez que a empresa baseada nos Estados Unidos transfere para outro país o controle de um produto. Ximenes exemplifica, dizendo que o gerenciamento da ferramenta de mapas é dividido entre Austrália e Alemanha.

Outra mudança anunciada pela empresa é o fato de Alexandre Hohagen, diretor-presidente do Google Brasil, ter sido apontado como próximo diretor da América Latina. Com isso, a filial brasileira terá de encontrar um substituto para o executivo, que assumiu o controle das operações no país quando a empresa abriu seu escritório em São Paulo, em 2005. Hohagen passará a responder pelas filiais do Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia.

Do G1, em São Paulo

Imprensa, marketing Digital , , ,

Google, Yahoo e Microsoft vão adotar código de conduta para atuar na China

August 6th, 2008

Por Redação do IDG Now!

Empresas concordam em implementar um código de conduta para operar em países onde a liberdade de expressão na internet é restrita.

Google, Yahoo e Microsoft concordaram em criar e implementar um código de conduta para operar em países onde a liberdade de expressão na internet é restrita, como a China, informou o senador democrata norte-americano Dick Durbin.

Os CEOs destas empresas receberam cartas do Senado pedindo que finalizassem e colocassem em prática este código tão logo fosse possível.

O senador disse ter recebido resposta das três empresas dizendo que elas teriam chegado a um acordo sobre o código de conduta.

Durbin reforçou que as empresas norte-americanas de internet têm a obrigação de resistir à censura e proteger os direitos humanos fundamentais mesmo antes que o código seja finalizado.

As empresas norte-americanas de internet vêm sendo denunciadas por órgãos de defesa dos direitos humanos por colaborar coma prisão de dissidentes e ser coniventes com políticas de censura em países como a China.

Imprensa , , , ,

Comitê Olímpico vai colocar destaques de Pequim no YouTube

August 5th, 2008

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou um acordo com o site YouTube, do Google, para disponibilizar na internet clipes e vídeos com os destaques da Olimpíada de Pequim, que começa na sexta-feira (8). Os arquivos serão postados a partir de quarta-feira (6), no canal www.youtube.com/beijing2008.

“A prioridade do COI é garantir que o máximo de pessoas experimentem a magia dos Jogos Olímpicos e os feitos esportivos inspiradores dos atletas olímpicos”, disse nota assinada por Timo Lumme, diretor de televisão e marketing do COI.

“Pela primeira vez na história olímpica, teremos uma cobertura global on-line completa, e o COI terá seu próprio canal de transmissão, vai disponibilizar imagens olímpicas fantásticas onde jovens gerações de torcedores já estão indo em busca de entretenimento on-line.”

De olho nessa audiência jovem, o COI oferecerá três horas diárias de imagens, com uma compilação das principais disputas do dia e com destaques do decorrer dos jogos.

O COI disse que esse material estará disponível em 77 países e territórios de África, Ásia e Oriente Médio — o que inclui algumas nações muito populosas, como Índia, Coréia do Sul, Nigéria e Indonésia. São países onde os direitos digitais não foram vendidos ou foram cedidos de forma não-exclusiva.

O valor financeiro dessa empreitada é tímido em comparação às vendas de direitos para TV, e sua natureza é totalmente diferente, por causa do uso do YouTube como plataforma, segundo o COI. Não haverá publicidade nem uso de logotipos comerciais.

Imprensa , , , , ,

Quais os países mais dispostos a negócios online?

May 6th, 2008
 
 
 

Os Estados Unidos estão no topo da lista dos países mais predispostos as oportunidades de negócios basadas na Internet, seguidos por Hong Kong e pela Suécia. A conclusão é do “9º ranking anual de e-readiness”, divulgado nesta segunda-feira (05/05), pela IBM em parceria com a Unidade de Inteligência do The Economist.

O índice avalia a predisposição de 70 países às oportunidades de negócios baseados na Internet. De acordo com o indicador, o progresso digital está mais lento na Dinamarca – que apresentou recuo de quatro posição no indicador - e em outros líderes de tecnologias da informação e comunicação (TIC) da Europa. Outros países com posições mais baixas, tais como a Arábia Saudita, Tailândia e Egito, melhoraram suas posições graças, principalmente, ao progresso mais rápido em conectividade.

“As economias digitalmente mais desenvolvidas do mundo – e muitas das menos desenvolvidas – continuam a registrar ganhos na ampliação do acesso a TIC e no oferecimento de serviços digitais para a população”, diz Robin Bew, diretor da Economist Intelligence Unit.

Já o Brasil subiu uma posição em relação a 2007, passando da 43ª para a 42ª. O aumento foi conquistado graças à melhoria no item “conectividade e infra-estrutura de tecnologia” – apesar de ser uma área em que o país tem fraca atuação - e também em “desenvolvimento cultural e social”.

O e-readiness continua a avançar pelo mundo. A pontuação dos 70 países no ranking desse ano subiu para 6,39 (em uma escala de 1 a 10), sendo que, em 2007 era de 6,24. O “e-readiness” de um país é a medida de seu ambiente de negócios eletrônicos: um conjunto de fatores que indica quão aberto é um mercado a oportunidades baseadas na Internet. Cada vez mais, trata-se também de como indivíduos e empresas consomem bens e serviços digitais.

Fonte : B2B - Magazine

5 de maio de 2008 às 15h54

Imprensa, e-commerce