Histórico da categoria ‘CSS’

Estrutura mínima de um documento XHTML

Monday, November 17th, 2008

Para aquelas pessoas que estão começando agora no mundo do desenvolvimento web e não sabem como iniciar um documento XHTML, vou mostrar nesse post um exemplo muito simples que pode até ser usado com um template para futuros arquivos html:

<!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD XHTML 1.0 Strict//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-strict.dtd">
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xml:lang="pt-br" lang="pt-br">
<head>
<title>Exemplo de [...]

Porque só para o iPhone?

Monday, November 17th, 2008

Engraçado como desde o lançamento do iPhone, muitas empresas e desenvolvedores se mobilizaram para fazer versões de sites e sistemas para iPhone. Me chama a atenção porque antes disso nunca ninguém (ou quase ninguém) se interessava de verdade em fazer uma versão para dispositivos móveis, muito menos uma versão para um dispositivo específico.
Ok, ok… Você [...]

Video tutorial - Implementando HTML

Thursday, November 13th, 2008

Esse layout normalmente utilizamos como exercício nos cursos aqui da Visie. Dependendo do nível do pessoal, utilizamos outros layouts. Mas esse é um que o pessoal normalmente costuma escolher. É um bom exercício porque utiliza as principais propriedades do CSS.
Esse e outros vídeos estão disponíveis no Campus Online da Visie. Lá você encontra videos tutoriais [...]

Modulando o CSS

Wednesday, November 12th, 2008

Quando trabalhamos com Padrões Web, desenvolvemos baseando-se em três principais camadas: Informação, formatação e comportamento.
A informação seria controlada pelo HTML. Ele exibiria a informação na tela com significado.
O CSS manipularia a formatação desses elementos para que ficassem belos e controlaria suas posições na tela.
E o Javascript / Ajax cuidaria do comportamento destes elementos.

Vamos nos focar [...]

BlueTrip CSS Framework

Monday, November 10th, 2008

Os Frameworks foram criados para auxiliar os desenvolvedores na criação de seus projetos web, tornado o trabalho menos árduo. Hoje em dia você pode encontrar Frameworks para as mais diversas linguagens, inclusive para CSS. Algumas pessoas descriminam sua utilização, alegando que você irá “desaprender” CSS. Não vejo por esse lado, eu acho que você deve [...]

Bordas redondas com CSS

Friday, November 7th, 2008

Segue abaixo um simples código para se produzir bordas redondas com CSS:

border-radius: 9px; /* CSS 3 */
-o-border-radius: 9px; /* Opera */
-icab-border-radius: 9px; /* iCab */
-khtml-border-radius: 9px; /* Konqueror */
-moz-border-radius: 9px; /* Firefox */
-webkit-border-radius: 9px; /* Safari */

Internet Explorer? Como ele não possui suporte a CSS 3, a solução seria ignorá-lo, ou então utilizar JavaScript ou [...]

Diferença entre elementos inline e de bloco em HTML

Wednesday, November 5th, 2008

Entender como os elementos HTML são renderizados na página é essencial para aqueles que estão embarcando agora no mundo do desenvolvimento web. Já vi muitas pessoas passarem por problemas por não entenderem isso, aliás, muitos programadores, no decorrer do desenvolvimento acabam tendo problemas com o HTML que foi desenvolvido pois ao tentarem efetuar alguma alteração [...]

CSS for Absolute Beginners

Thursday, October 30th, 2008

Criar um CSS hoje Bulletproof (A prova de balas) não é tarefa fácil, existe muito treino e porfundo conhecimento sobre Browsers, principalmente o Internet Explorer e seus milhões de bugs. Portanto, para aqueles que estão iniciando hoje em CSS, eu aconselho a estudar, se dedicar e muito pois a jornada não é fácil, no começo [...]

Opacity em CSS

Monday, October 27th, 2008

Se algum dia você precisar aplicar transparência a objetos em sua página html, você fará o uso da propriedade opacity, e você vai ficar triste em saber que nem todos os browsers suportam essa propriedade. Mas como no desenvolvimento web, sempre acabamos dando um jeitinho, sempre encontramos algumas soluções, que estão todas listadas abaixo:
Opacity - [...]

Linguagens de programação

Monday, August 11th, 2008

Fonte: VidaGeek.net

Índice de Linguagens de programação

  1. Linguagens de programação

Linguagens de programaçãoUma pergunta bastante relevante que surge na cabeça de quase todos os programadores certa hora da vida é: por que existem tantas linguagens de programação? Outra bastante comum é: qual delas é melhor? Alguém poderia responder: existem tantas porque uma vem para corrigir as falhas das outras, e a melhor é a que tem menos falhas. Certo? Errado.

Na Wikipédia, há uma lista com mais de uma centena de linguagens de programação. Será que todas elas surgiram para sanar problemas umas das outras? Se olharmos o histórico de surgimento de cada linguagem de programação, veremos que a maioria surgiu para sanar uma necessidade diferente numa determinada área. Isso já nos dá uma pista de qual delas é melhor.

Vamos começar analisando um exemplo famoso: Java. Java nasceu para substituir C e C++? Não. Java nasceu por causa da Orientação a Objetos? Não mesmo! Por que, então, Java nasceu? Nasceu pela necessidade de uma linguagem portável (cujos programas rodassem em plataformas diferentes sem necessidade de alterações). Mas já não existiam linguagens assim? Sim, existiam, mas não com esse enfoque. LISP, Smalltalk e Perl, por exemplo, são linguagens portáveis, assim como Java. Mas LISP, por exemplo, tem um paradigma de programação totalmente diferente. Smalltalk e Perl, um escopo diferente. Smalltalk, por exemplo, nasceu com o objetivo de tornar a programação mais intuitiva. Perl nasceu com o objetivo de ser uma linguagem poderosa e prática.

Há linguagens que surgiram de uma necessidade ainda mais específica. Simula, por exemplo, nasceu pela necessidade de realizar simulações de eventos discretos. MUMPS, pela necessidade de desenvolver aplicações baseadas em bancos de dados para um hospital.

Entretanto, nem todas as linguagens resolvem um problema novo. Há, sim, linguagens que vêm para competir com outras. C#, por exemplo, veio para competir com Java, uma competição que influenciou bastante esta última. Há, também, linguagens que surgem para simples diversão de geeks, como nós. Whitespace, por exemplo, não tem nada de inovador, apenas a forma de programar: o código-fonte é escrito usando-se tabs e espaços.

Dado que cada linguagem tem seus pontos fortes e fracos, não podemos dizer que uma certa linguagem é a melhor. Podemos sim, dizer, que uma linguagem é a melhor para determinado problema numa determinada situação. E, para dizer isso, precisamos avaliar o problema, o que a linguagem oferece para resolvê-lo e o que o programador sabe sobre ela. Fatores importantes na linguagem são o suporte nativo às ferramentas e paradigmas que serão utilizados e bibliotecas e extensões disponíveis.

Às vezes não vale a pena para o programador aprender uma linguagem na qual ele resolveria um problema mais facilmente; o tempo que ele levaria para aprender a nova linguagem (ou ferramenta) é maior do que o tempo que ele vai levar para resolver o problema na linguagem com a qual ele é mais familiar. Note que esse não deve ser um fator tão importante na escolha. Às vezes é melhor que o problema demore mais para ser resolvido para que depois alterações na solução possam ser incorporadas mais facilmente.

Não podemos dizer que existe a melhor e a pior linguagem, mas podemos dizer que existem linguagens boas e ruins. A linguagem ruim é aquela que não ajuda o programador a utilizar seus recursos corretamente, por exemplo: ser uma linguagem poderosa para orientação a objetos mas, ao mesmo tempo, não oferecer suporte fácil para pacotes.

É sempre bom tomar contato com diversas linguagens para saber qual usar em cada situação. Para começar, sugiro que se escolham linguagens sem uma relação forte (uma inspirada na outra). Uma boa lista de linguagens para estudar, na minha opinião:

  • Smalltalk
  • Prolog
  • Scheme
  • C
  • Self
  • Erlang
  • Assembly (para os mais corajosos)

Propositalmente, são linguagens não muito recentes, especialmente Assembly, C, Prolog e Scheme. As linguagens mais recentes, baseadas nessas, têm muitos recursos avançados. É bom começar pelo básico e, depois de capturar a forma de pensar em cada linguagem, partir para recursos mais avançados.

Especialmente para estudar Assembly (ou, pelo menos, os conceitos dela), sugiro usar uma máquina virtual como o Hipo.

Faremos uma série de posts, aqui no VidaGeek, comentando mais sobre cada linguagem que conhecemos. Você também pode colaborar! Envie um e-mail para admin at vidageek.net com seus comentários sobre qualquer linguagem de sua preferência.

Imagem via esenviseu

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