Archive for March, 2008

Linux bate Windows Vista e MacOSX em concurso de segurança

Monday, March 31st, 2008

A organização da CanSecWest colocou três notebooks com sistemas operacionais diferentes, com configurações típicas:

  • VAIO VGN-TZ37CN, rodando Ubuntu 7.10
  • Fujitsu U810, rodando Vista Ultimate SP1
  • MacBook Air, rodando OSX 10.5.2

O objetivo era quebrar a segurança, sendo que o “invasor” ficaria com o notebook :) Os concorrentes não teriam acesso físico aos notes, apenas acesso remoto por cabo ou sem fio. O MacOS foi o primeiro a ser quebrado, utilizando-se de uma vulnerabilidade do Safari. Em seguida, o Vista, por vulnerabilidade no flash. O notebook do Ubuntu não foi comprometido.

Veja as fotos dos vencedores no blog da Digital Vaccine Labs.

Fonte: Br-Linux

Mais segurança para pagamentos eletrônicos

Wednesday, March 26th, 2008

Com objetivo de ajudar as organizações a prevenirem violações de segurança, ataques cibernéticos e fraudes, a IBM está lançando no Brasil o PCI DSS - Padrão de Segurança de Dados do Setor de Cartões de Pagamento (Payment Card Industry Data Security Standard).

Trata-se de um programa de segurança privado, criado em 2005, que orienta as companhias em todo o processo regulatório, desde a avaliação de conformidade até a certificação.

“Administradores de cartões, varejistas, companhias de comércio online e processadores de dados do Brasil têm até 2009 para se adequarem a essa norma, que conta com doze requisitos de segurança”, comenta Marcelo Bezerra, gerente de soluções de segurança da IBM para a América Latina. “Caso contrário, podem ter sua licença para processar cartões revogada ou sofrer multas”, completa.

Os requisitos do PCI compreendem desde a instalação e manutenção de configurações de firewall até a criptografia da transmissão de dados do assinante, assim como a manutenção de políticas apropriadas e testes de procedimentos. A solução também inclui serviços de consultoria para análises de falhas, validação e testes. Fonte : TI Inside

Software livre gera economia para pequena empresa

Tuesday, March 25th, 2008



Os pequenos seguem a tendência dos grandes quando se fala no uso de software livre nas empresas. Enquanto as grandes poupam milhões com a migração, a economia entre as pequenas também é significativa, informou o Jornal Folha de São Paulo.O software livre, que não tem restrição de uso, cópia, modificação ou distribuição, tem ainda a vantagem de ser gratuito. Alguns exemplos desses programas são o sistema operacional Linux e a ferramenta de escritório OpenOffice.

Segundo Rodolfo Avelino, coordenador do Conisli (Congresso Internacional de Software Livre), o que move as pequenas empresas para a migração é a dificuldade que têm para manter seu software legalizado. ‘O investimento para comprar softwares pagos pode ser inviável.’

Menos gastos
Foi pensando na economia que o engenheiro José Maria de Carvalho Júnior, responsável pela área de tecnologia da informação da Carvalho Saúde Ocupacional, fez a migração.

‘O que deixamos de gastar com licenças da Microsoft é considerável’, diz. Hoje, a empresa roda o Linux nas 30 máquinas. O pacote de ferramentas de escritório também foi trocado por uma versão livre.

Com a economia, foi possível desenvolver, por cerca de R$ 8.000, um sistema personalizado de gestão da empresa.

‘O pequeno empresário pode aproveitar o orçamento e tratar a informática com mais profissionalismo’, aconselha Marcelo Okano, professor de pós-graduação em redes da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista). ‘Ele pode também reaproveitar suas máquinas, já que um servidor com o Linux roda bem em uma máquina mais simples’, diz Okano.

Outra vantagem é que o usuário pode modificar o código do programa. ‘Se faltar alguma funcionalidade, é possível programá-la’, diz Alessandro Brawerman, professor do curso de sistemas de informação da Universidade Positivo.

‘O empresário deve calcular o número de máquinas afetadas e ver se compensa contratar alguém para instalar os programas’, aconselha Egnaldo Paulino, consultor de orientação empresarial do Sebrae-SP.

Possibilidade de comparar preços rapidamente contribui para alta nas vendas on-line

Tuesday, March 25th, 2008

A possibilidade de comparar os preços de diversas lojas em um curto período de tempo, o parcelamento sem juros, as condições de pagamentos facilitadas e o aumento no número de internautas contribuíram para o aumento nas compras feitas pela internet em 2007.

De acordo com estudo da e-bit, somente no ano passado, as vendas on-line contabilizaram R$ 6,2 bilhões e atingiram 20,4 milhões de pedidos, 5,6 milhões a mais do que em 2006.

O tíquete médio em 2007 foi de R$ 302, sendo que o Natal foi a data de maior destaque para o comércio eletrônico, com faturamento de R$ 1,081 bilhão e tíquete médio de R$ 308.

Produtos mais vendidos
Entre as categorias analisadas, a que registrou as maiores vendas foi Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais, seguida por Informática, Eletrônicos, Saúde e Beleza, além de Telefonia Celular.

A deflação de 3,53% nos preços dos produtos vendidos pela internet também contribuiu para que o consumidor optasse por realizar suas compras na rede.

“A desvalorização da moeda norte-americana e o conseqüente barateamento dos produtos eletro-eletrônicos e de informática, que muitas vezes são importados, contribuíram para o aumento no faturamento do comércio eletrônico como um todo”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Previsões para 2008
Para o primeiro semestre deste ano, a previsão é de que o comércio eletrônico movimente cerca de R$ 3,8 bilhões, o que representa um crescimento de 45% na comparação com os seis primeiros meses de 2007, quando o setor movimentou R$ 2,6 bilhões.

Até o final do primeiro semestre, espera-se que o número de pessoas realizando compras pela internet atinja 10,5 milhões, devido principalmente ao público feminino, que já representa quase 50% dos consumidores virtuais.

Fonte : Site InfoPessoal

Classe C impulsiona comércio eletrônico

Tuesday, March 25th, 2008

Fonte : Agencia Estado

Os consumidores da classe C são apontados como os grandes responsáveis pelo aumento significativo das vendas pela internet no Brasil. Os recordes de vendas de computadores no País nos últimos anos e o crescimento do acesso da população à banda larga têm ajudado a trazer para o varejo eletrônico os brasileiros de menor poder aquisitivo, até então fora da base de e-consumidores.

De acordo com o relatório Webshoppers, divulgado hoje pela consultoria E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), 39% (3,8 milhões de pessoas) dos brasileiros que compram produtos pela internet têm renda familiar de até R$ 1 mil por mês (classe C2, pelo Critério Brasil) ou entre R$ 1 mil (C1) e R$ 3 mil (B2) por mês. Mas, como boa parte da classe B já estava inserida no comércio eletrônico, a maior parte dos 2,5 milhões de novos compradores pelo e-commerce fazem parte da classe C e têm renda entre R$ 726,26 e R$ 1.194,53, segundo o relatório.

A participação da classe C tem crescido a uma média de dois pontos porcentuais por ano. Mas as diferenças de renda se refletem também nos produtos preferidos pelas diferentes classes. Os telefones celulares, por exemplo, lideram a lista dos produtos mais comprados pelos de menor poder aquisitivo e superam inclusive o número de pedidos das classes mais altas.

Livros

No ranking geral de produtos de 2007, no entanto, os celulares aparecem apenas na quinta colocação, com 7% dos pedidos. São os livros e as assinaturas de jornais e revistas os preferidos das camadas de maior poder aquisitivo, ocupando a primeira colocação, com 17% dos pedidos. Em seguida, com 12% das compras, estão os itens de informática, também mais ligados às classes A e B.

Depois aparecem os eletrônicos, na terceira colocação, com 9% dos pedidos. Nessa categoria, ambas as classes participam, mas mantendo as diferenças de renda. Enquanto os consumidores de renda mais elevada preferem os televisores de plasma e LCD, os de menor renda ficam com aparelhos mais simples, como os DVD players e as câmeras digitais. Com a valorização do real frente o dólar, informática e eletrônicos foram algumas das categorias mais beneficiadas por preços mais baixos.

Ubuntu Hardy Heron

Monday, March 24th, 2008

Segue o javascript que adiciona à sua página a contagem regressiva para o lançamento do Ubuntu Hardy Heron

Ajudem a divulgar este excelente sistema operacional.

<script type="text/javascript" src="http://www.ubuntu.com/files/countdown/display.js" mce_src="http://www.ubuntu.com/files/countdown/display.js"></script>

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    OpenOffice.org 3.0

    Monday, March 24th, 2008

    O OpenOffice.org 3.0 trará inúmeras melhorias, sendo uma das melhores versões do produto. Cada vez mais o OO vem ganhando espaço, conquistando adeptos e sendo compatível com arquivos do MS Office, a suíte de escritório mais popular.

    O site OOONinja.com publicou um artigo rico em screenshots, destacando os novos recursos da suíte.

    Quando o OO 3 iniciar sem um documento ou módulo padrão (como o Writer, por exemplo), ele abrirá com uma nova tela para criação de um novo documento, um pouco mais atraente e intuitiva:

    Outra novidade boa é a edição do documento visualizado em várias páginas no Writer, ideal para quem usa uma resolução de tela alta:

    Dêem uma olhada na bela e redesenhada Splash Screen:

    A janela “Sobre”:
    Entre alguns outros recursos que se destacam, podemos citar:

    * Notas de texto na margem do Writer, sem “atrapalhar” o conteúdo do texto em si.

    * Suporte “nativo” a abertura, edição e salvamento de arquivos no formato do MS Office, incluindo arquivos do Office 2007 - mas ainda com alguns bugs sérios.

    * Novas otimizações e temas no Calc, o editor de planilhas.

    * Tabelas nativas no Impress, permitindo a criação e edição de tabelas diretamente da sua interface.

    * Barras de erros nos gráficos, recurso útil para gráficos de uso científico, onde destaca-se a margem de erro do ponto marcado no gráfico.

    * Mais colunas no Calc, suportando de 256 (atual) para 1024.

    * Suporte oficial para o Mac - usando a interface Aqua.

    * Melhorias diversas em desempenho.

    * Edição simultânea de planilhas por vários usuários.

    * Entre várias outras coisas.

    Alguns recursos ainda estão em estágio de desenvolvimento ativo, com muitos problemas, como a importação de qualquer PDF e a criação de “PDFs editáveis”, onde eles incorporarão o arquivo OpenDocument no PDF, para que posteriormente possam ser editados no OO.

    Muitas coisas boas vêm por aí, o OpenOffice dará um grande passo com a sua versão 3.0.

    Confira o artigo e as imagens de tela em: OOoNinja

    Fonte: OOoNinja e Guia do Hardware

    Webdesign x design

    Thursday, March 13th, 2008

    Olá amigos,

    Estou escrevendo esse post para expressar a minha opinião sobre como o trabalho de webdesign é visto por alguns designers. Desde que eu entrei na faculdade de Desenho Industrial, reparei que muitos têm um certo preconceito com webdesign. Quando participo de discussões sobre especializações, vejo algumas pessoas interessadas em design gráfico (o mais comum), alguns em modelagem e animação 3D, outros em design de produto, mas quase ninguém fala em web. Porque isso acontece?  Nem parece que webdesign é uma vertente do design.

    Na verdade existem vários motivos para isso acontecer. Mesmo existindo vários websites bonitos pela web, o trabalho de webdesign é mais visto como tendo como pré-requisito profundo conhecimento em programação do que tendo como pré-requisito a criatividade, o que assusta muitos designers que descartam a especialização em webdesign sem nem mesmo conhecer o trabalho. Outra coisa que eu vejo é que muitos designers vêem a web como uma mídia muito limitada, o que eu discordo plenamente. Conversando com amigos, alguns disseram que acham muito mais interessante verem o trabalho deles impresso do que numa tela de computador. Realmente isso não tem o que discutir, isso é gosto. Mas o que acho que é o principal motivo desse preconceito é que muitos poucos vêem um website como uma arte. Se navegarmos por aí, iremos nos deparar com websites como o da Globo.com, UOL, Terra, Google, IBM, Flickr, Youtube, Orkut, Wikipedia… agora uma pergunta. Onde o trabalho do designer entra nesses sites? Acessibilidade, combinação de cores, mais o que? Realmente qual designer que ama criar e só conhece esses tipos de website, vai se interessar em criar para a web? O completo webdesigner de hoje em dia não pode só gostar de criar. Ele precisa também gostar de programar, estudar muito HTML, CSS e Javascript, além de padrões web. Acredito que isso assuste a maioria das pessoas que estudam comigo e por esse motivo preferem partir pra outro caminho. No final de tudo serão menos mentes criativas produzindo pra web e mais e mais sites de serviços web 2.0 com cara de blog que na maioria são mudam o topo e as cores. O que vocês acham? É esse o tipo de trabalho que vai restar para o webdesigner daqui em diante?

    Mais Netbeans 6…

    Tuesday, March 11th, 2008

    E para variar o Netbeans 6 não para, a cada dia que vou procurar mais coisas sobre ele, fico mais apaixonado pela ferramenta.

    Danda uma nevagada na net agora depois do trabalho descobri mais um recurso super interessante, o nome é Gamebuilder, simplesmente é um desenhador e gerador de telas para jogos. Com este recurso você pode desenhar os cenários, criar objeto por objeto do jogo, e depois vai colocando a programação para cada elemento. Confira abaixo duas fotos da demonstração deste espetacular recurso.

    Gamebuilder 1

    Gamebuilder 2

    Para obter maiores informações sobre este recurso acesse o seguinte endereço: http://www.netbeans.org/features/javame/

    Empresas que oferecem produtos e serviços pela web terão de fornecer dados

    Thursday, March 6th, 2008

    A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5/3) projeto de lei do deputado Chico Alencar (Psol-RJ) que torna obrigatória a identificação das empresas que oferecem produtos e serviços pela internet.

    O projeto foi aprovado na forma do substitutivo do relator, deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), que determina que as empresas informem em sua página na internet o número de telefone, o endereço para correspondências e o endereço eletrônico destinados ao atendimento de reclamações de consumidores, além dos números do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e da inscrição estadual.

    O relator explicou que apresentou substitutivo para incorporar as contribuições de outro projeto que tramita em conjunto, o projeto de lei do deputado Cezar Silvestri (PPS-PR) que trata do acesso do consumidor ao vendedor no período pós-compra. “Esse projeto supre uma lacuna do Código de Defesa do Consumidor”, afirmou Chico Lopes.

    Lopes também acatou em seu relatório sugestões dos deputados José Carlos Araújo (PR-BA) e Celso Russomano (PP-SP) para exigir a divulgação pela empresa de seu CNPJ e de sua inscrição estadual. Segundo os parlamentares, é fácil forjar um endereço ou contratar e desligar uma linha telefônica em poucos dias, mas os registros comprovam que a empresa efetivamente está regular.

    Conforme lembrou Chico Alencar, quando apresentou o projeto, o Código de Defesa do Consumidor, de 1990, foi elaborado quando o comércio via internet era incipiente. Por isso, segundo ele, não há, na atual legislação, instrumentos para o controle da atividade. “Um grande número de empresas sonega dados que são imprescindíveis à defesa dos direitos do consumidor, que fica impossibilitado, por exemplo, de recorrer a um juizado especial, efetuar uma queixa ou solicitar uma informação. Ou seja, fica impossibilitado de exercer direitos que lhe são garantidos pela lei”, disse.

    Com informações da Agência Câmara. Da Redação


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